Sunday, November 28, 2004

Palavras e Silêncio

Às vezes um gesto vale mais que mil palavras. Sim, isto é quase um clichê, mas é a real. Algumas palavras são tão vazias, tão incompletas, tão pequenas para comportar o que se sente... Mas a tentativa é sempre válida. Então eu tento.

É difícil ficar só. E dói. Só não dói mais do que a dor da rejeição (sem contar a dor de dente, claro). Mas é tudo realmente passageiro. Não há mal que dure para sempre, mesmo.

Tem coisas que existem só para doer. E uma delas é o dente do siso, é claro. Mas obviamente não era disso que eu estava falando.

Monday, November 22, 2004

In love

Estou mais apaixonada do que nunca.

A gangorra está no alto agora.

E isso nem é ruim (não mais).

Eu sou um clichê de 1,65 m completamente apaixonado.

Sunday, November 21, 2004

Bonança

Me diverti muito na III OPCEN. Superou em muito as minhas expectativas, principalmente porque na véspera eu tive uma crise enxaqueca/gastrite e não estava muito no clima para viajar e coisa e tal. Agradeço a todos que colaboraram para que o evento fosse, no mínimo, divertido. Os meus amigos são, de longe, os melhores.

Estou inabalavelmente fe-liz (pelo menos por hoje).

Ás vezes me surpreendo com a quantidade de gente desocupada no mundo... :)


Monday, November 15, 2004

The catcher in the rye

Por que será que sempre magoamos justamente as pessoas que mais amamos?

Por que será que sempre que houver duas interpretações para qualquer coisa, as pessoas sempre vão entender do jeito errado?

Por que eu sou TÃO diferente de TODO MUNDO que eu conheço?

Por favor, você pode assoprar o lugar que está machucado para a dor passar?

Friday, November 12, 2004

Lobotomagic

Me dei um presente muito legal hoje e que eu queria há muito tempo.

Queria também poder estar em casa no horário que está passando Anos Incríveis.

Eu sempre quero coisas demais.


Sunday, November 07, 2004

.....
...
..
.

Entre o que eu era e o que eu sou ficou um buraco enorme. E "dele arranco sangue". E a Clarice sempre tem razão, é ou não é?

E dói. Mas a gente finge que não dói.

Saturday, November 06, 2004

.....é.

Carrego um peso enorme por tudo que a minha infância e a minha adolescência poderiam ter sido e não foram. Mas isso é, em boa parte, culpa minha. E dói, mas ao mesmo tempo... Me sinto tão bem agora... Bem como eu nunca estive... Bem.

Sinto que realizei tanto, que cresci tanto... O meu período de ficar fechada para o mundo me ajudou nesse sentido, mas doeu (muito) mais do que deveria doer. Deve ser porque eu sou "excessivamente sensível".

É.

Thursday, November 04, 2004

Toda cor me lembra os seus olhos

Garganta doendo. Muito. E mais, e sempre. E, em todo momento, em todo devaneio, como na canção, toda cor me lembra os seus olhos. E é a lembrança mais doce. Apesar da ausência e da carência e de todas as coisas que poderiam doer (e doem, mas nem tanto - a lembrança me conforta... e sempre, e tanto...). E não é culpa minha, e não é culpa tua, e não é culpa de ninguém. Sau.da.de. Constante e crescente. Rasga sem dó. E eu preciso de bebidas quentes. E preciso parar de sentir dor. E parar de pensar tanto. E de surtar por coisas pequeninas. E preciso não parar nunca de ficar feliz também por causa de coisas (aparentemente) pequeninas. E é bom estar em casa, e é bom ter um lugar para chamar de casa.

Meu nome é Aline e você acaba de entrar (novamente) no meu mundo paralelo subversivo.